14 de outubro de 2008

FICAR SEM COMER ENGORDA!!!



Malhar em jejum ou passar mais de quatro horas sem comer engorda


Se você é do time que pensa no jejum como alternativa poderosa contra os quilos extras, saiba que está embarcando numa roubada. Deixar de comer compromete uma série de funções vitais e não ajuda em nada na dieta. Isso porque o jejum prejudica o metabolismo (conjunto de transformações que as substâncias químicas do alimento sofrem em nosso organismo). E são essas reações que permitem a célula transformar os alimentos ingeridos em energia. A quantidade de calorias ou energia gasta durante o repouso (usada pelo corpo para fazer para funcionar órgãos como coração, cérebro, pulmões e intestino) é chamado de metabolismo basal. O metabolismo basal pode variar de acordo com a composição corporal de cada pessoa, assim como a idade, sexo e prática de atividades físicas. Mas o jejum prolongado tende a diminuir esse metabolismo, interferindo no gasto de energia. Para entender melhor as conseqüência de ficar muito tempo sem comer, confira a lista de mitos abaixo. O intervalo ideal entre uma refeição e outra, explica a relação entre estômago vazio e mau hálito e alerta para os perigos de ficar, diariamente, sem tomar café-da-manhã.

1. Fazendo exercícios em jejum, emagreço mais rápido.
Falso.
Durante a execução dos exercícios físicos, se você estiver em jejum, seu nível de glicose no sangue pode estar muito baixo (hipoglicemia). Então, seu organismo vai passar a consumir proteínas. Você perde massa magra (músculos), diminui seu metabolismo e acaba ficando mais fraco. A performance cai e o desgaste físico e emocional aumenta. Em condições normais, com alimentação equilibrada, o organismo consegue manter este equilíbrio interno. No entanto, a o jejum prolongado pode comprometer esse balanço energético.

2. Ficar muito tempo sem comer deixa o metabolismo mais lento.
Verdade.
Depois de muito tempo sem comer, o metabolismo passa a funcionar mais lentamente, como tentativa de economizar energia. Como conseqüência, na próxima refeição, a tendência é acumular mais gordura. O ideal é não ficar sem comer por mais de 4 horas, distribuindo as refeições durante o dia.

3. O jejum acelera os resultados da dieta.
Falso.
As pessoas normalmente relacionam a dieta como algo muito restritivo, acreditando erroneamente que a reeducação alimentar proibirá o consumo de certos alimentos. Embora uma boa alimentação possa ter certas limitações, não há proibições absolutas.

4. Ficar em jejum causa dor de cabeça.
Verdade.
O cérebro não tem qualquer reserva energética e por isso, independente do estado nutricional é necessário que haja um suprimento de glicose, provenientes principalmente de alimentos fontes de carboidratos para este tecido. Situações de hipoglicemia, por exemplo, onde ocorre uma redução dos níveis de glicose sanguínea, podem acarretar perturbações no funcionamento do sistema nervoso central, que vão desde cefaléia, incoordenação de fala e motora, até alterações no eletroencefalograma e coma.

5. Ficar três horas sem comer não prejudica o organismo.
Verdade.
Períodos curtos de jejum (de uma a três horas sem comer) não acarretam problemas. Esse é o tempo médio que o organismo leva para realizar a digestão e conseqüente absorção dos alimentos. Mas pessoas com tendência a hipoglicemia devem se alimentar a cada duas horas. Do contrário, podem surgir sintomas como visão turva, cefaléias, enjôos, vômitos, tremores.

6. Pular o café-da-manhã diminui a capacidade raciocínio.
Verdade.
Jejuns superiores a quatro horas podem resultar em lentidão dos movimentos, raciocínio confuso, perda de memória, dores musculares e de cabeça, tontura e até mesmo desmaios em alguns casos mais graves. Quem persiste em tornar o almoço a primeira refeição do dia, está expondo o organismo a mais de doze horas em jejum. Esse estado metabólico também pode favorecer consideravelmente o aparecimento de infecções já que o organismo está fraco devido a falta de nutrientes.

7. Ficar em jejum durante o dia causa mau hálito
Verdade.
A presença do mau hálito, decorrente da acidose metabólica (excesso de acidez no sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de carboidratos) é decorrente a jejuns superiores a seis horas. Esta característica é bem comum em pacientes com diabetes. Os mecanismos de compensação realizados pelo organismo em situações de acidose é uma respiração mais profunda e rápida: o organismo tenta livrar o sangue do excesso de ácido reduzindo a quantidade de dióxido de carbono. Os rins tentam excretam mais ácido na urina. Quando estes dois mecanismos não conseguem estabelecer a homeostase e o corpo continua a produzir ácido em demasia, instala-se um quadro de acidose grave e, em última instância, o coma.

Fonte: Minha Vida

http://www.receitasparaemagrecer.com.br/?c=Mitos%20e%20Verdades&n=268

Nilma Soares

5 de maio de 2008

ALGUNS SINTOMAS DE DOENÇAS E AS CAUSAS METAFÍSICAS !





ABCESSOS

Abscessos vêm das amarguras
Que brotam dos ódios, das mágoas
e escurecem o coração da gente.
Entramos no caminho isolado dos ressentimentos,
somando desejos de justiça ao nosso sofrimento,
buscando nas artimanhas da vingança
sustentáculos para os nossos pensamentos.

Resumo das causas sutis: alimentação de amarguras, ressentimentos, mágoas. Desejos de vingança, indignação.

Reflexão: “...Deixe que os mortos enterrem seus mortos.”Não construa cemitérios em sua mente. Você faz isso ao entregar-se às amarguras, aos projetos de vingança, que além de criar tumores no corpo, por reavivar e escavar antigas dores, repassa-a na sua mente e abre nela uma cova. Seu bem é este momento. O futuro é o pensamento presente que se torna manifesto. Deixe que a Justiça Divina se encarregue de compensar o justo e punir o injusto!"


ALERGIA - (trato respiratório)

A falta de alegria em certa companhia,
gera a falta de ar em todo lugar.
A agressividade contida, e a dificuldade de expressar
a angústia, a tristeza, a melancolia escondida,
comprimem o peito, comprimem o ar.
A carência de afetos, e de liberdade também,
podem revelar quem de tudo isso precisa
para poder respirar, amar, sonhar, falar e ser.
A si exercer e tudo o que se quer
mas teme experimentar.
Desejo também de romper,
desvincular, ou libertar
de fatos, pessoas, lugares,
que geram em si tantos males.

Resumo das causas sutis: Dificuldade em conviver com alguém da família. Necessidade de reconhecimento. Desejo de liberdade e medo da independência. Tristeza causada na infância pela desvalorização sofrida por um dos progenitores. Desejo de comandar a própria vida.

Reflexão: Não conceda poder aos outros, circunstâncias ou lugares. Ninguém tem o poder de perturbá-lo ou prejudicá-lo, a não ser através de seus próprios pensamentos e crenças. Não permita que as perdas emocionais sofridas, possam criar um labirinto em sua alma. Nem se permita uma irritação sem rumo certo, transforme-a em canal produtivo e criativo em sua vida, dando todo poder à presença de Deus em você e siga livremente o seu caminho, respire livremente as suas aspirações, seus desejos e ideais na certeza de que o poder está contigo.


BEXIGA

Dificuldades que têm as pessoas em abandonar,
as coisas velhas, falidas, e no novo aventurar.
Vivem sempre chateados, resmunguentos pelos cantos,
abrindo gavetas do passado, buscando de novo o encanto.
Os hábitos se tornam vícios e a poeira tem lugar
na vida de quem busca, só no passado ficar.

Resumo das causas sutis: Receio do momento presente e do futuro. Desencorajamento. Falta de planos ou condições para atuar. Relações e situações isentas de estímulos. Prisão ao passado. Perda da capacidade combativa.

Reflexão: Muitas vezes não rompemos com o passado porque a manutenção de objetos e sentimentos, transportam-nos às sensações primeiras que sentimos e que se traduzem como tão reconfortantes que tememos perder o elo com o que representou. Mas quando se vive do passado unicamente, essas sensações vão perdendo a força e um grande vazio se instala. Ficamos tristes, rabugentos, e a bexiga é o órgão escolhido para manifestar sua indignação.
O maior ato de desapego é soltar o passado e viver no momento presente. Quando fazemos isso concentramos nossa atenção e energia para experimentar todos os bens que estão à nossa frente. Vivendo intensamente o presente legamos ao futuro mais recordações felizes. Pois o sentimento que nutre o desejo é eterno, mas o sentimento que nutre a posse esvazia-se...



BRONQUITE

Brigas, rixas,
onde está o amor?
Amor não é isto.
Queria tanto a harmonia,
a união e a alegria na
intimidade de um teto,
de um lar afetivo e
emocionalmente estável.

Resumo das causas sutis: Lares confusos, briguentos. Separações. Necessidade de atenção por parte dos progenitores. Insegurança. Rebelião. Medo de crescer. Falta de apoio.

Reflexão: “...Porque agora escolhi e santifiquei esta casa, para que o Meu Nome esteja nela perpetuamente, e nela estarão fixos os Meus Olhos e o Meu Coração todos os dias.”


COMPULSÃO - COMER COMPULSIVAMENTE


Confiava tanto em seu amor...
Sentia-me protegido, seguro neste calor.
Como preencher esta cratera
que se abriu assim?
Quando descobri que estava sozinho.
Só eu por mim.

Resumo das causas sutis: sentimento de rejeição. Perdas amorosas. Carência afetiva. Desvalorização pessoal. Competição. Descrença. Indignação. Raiva e agressividade contidas. Complexos. Preguiça. Dificuldades para efetivar os objetivos e ideais.

Reflexão: Quando amamos, irradiamos o reflexo deste amor aos demais, mas somos primeiramente felicitados pelo seu brilho, pois só amamos os outros quando já amamos a nós mesmos. Não rejeite, não deprecie, não menospreze a si mesmo e nem permita ser o que você não sente que é. Aliás, você já deve saber que é a pessoa mais importante que existe e não existem dois de você! Nutra-se de si mesmo primeiro, seja você como for, aceite-se.

EDEMA (inchaço)


Indica o receio da perda e o medo de ter que largar
alguém que muito se ama; cargo, posição ou lugar.
O medo da solidão e de abandonado ficar,
retém o ser na ilusão que vai se desmoronar.
O corpo em confusão, segura as águas da emoção,
ao contrário de as liberar.

Resumo das causas sutis: Receio de perdas. Necessidade de reter, prender, segurar pessoas, cargos e situações. Medo de ficar só, abandonado, sem recursos. Recordação de perdas afetivas. Ilusão. Desconfiança. Sensação de incapacidade para a elaboração de planos para o presente e para o futuro. Limitação. Necessidade de dominar. Dificuldades em racionalizar fatos e situações. Carência emocional.

Reflexão:
Quando duas pessoas se separam e dizem: - Se cuida! Na verdade não estão se despedindo pois, uma parte de cada uma delas está ficando. Ficando para cuidar da emoção, ficando para não descuidar nunca do acreditar, para preservar sempre a esperança pois sabem que o que as uniu foi o... amor.


INTESTINOS (prisão de ventre.)

Insistir na retenção de coisas, pessoas e cargos
que promovem mal-estar mas garantem a posição,
estimula o conflito entre tudo abandonar
e no novo aventurar para nova situação.
É o apego desnecessário ao que se têm conquistado,
que mantém no ser a ilusão de ser o dono perene
de tudo o que ocupa, mas que não lhe dá fato a real satisfação.
Pois uma coisa é verdade, de tudo o que conquistamos
devemos usufruir e do prazer desfrutar,
sem apego ou vaidade, já que somos passageiros
aproveitando a paisagem...
E de nada somos donos, quando um dia chegamos
ao final desta viagem.




Resumo das causas sutis:
Medo da perda dos bens conquistados. Manutenção de cargos, posições, condições apenas como garantia ou por segurança em detrimento do prazer. Esquecimento de que não existe eternidade física. Medo de enfrentar mudanças. Medo do inusitado. Medo da perda de status. Pressa. Presença de pessoas ou situações que ameaçam a tranqüilidade, a paz, a rotina.
Ausência de aventuras, de novidades. Sedentarismo físico, mental e emocional.


Reflexão: Um famoso rabino era muito procurado por sua sabedoria espiritual. Quando um jovem aluno entrou em sua casa depois de uma árdua jornada, ficou muito espantado ao ver que era apenas uma sala simples repleta de livros. Os únicos móveis eram uma mesa e um banco.
- Onde estão os seus móveis? - perguntou o jovem.
- Onde estão os seus? - disse o rabino.
- Os meus? - disse o jovem. - Mas eu sou apenas um visitante aqui.
- Eu também - disse o rabino.




VÉRTEBRAS, dores, calcificações, etc.
CERVICAIS ( 1a. à 7a.)


Prisão emocional,
pressão que se acumula.
Desejo de sinceridade e do
amor, a candura.

Sair daquela tensão
e partir para a decisão:
fazer do amor um direito
sem medo de opinião.

Resumo das causas sutis:
Sentir-se preso a alguém ou situação. Dificuldade de rompimento. Acúmulo de atribuições. Tensão mental. Carência afetiva. Desejos de amor. Rigidez. Inflexibilidade. Dificuldade em ver os vários aspectos de uma questão. Sobrecarga emocional. Manutenção do “Eu durão”. Exercício irrestrito da autoridade. Falta de maleabilidade.

Reflexão: O amor faísca é na medula,
se na superfície adormece.
Abre na escuridão sua quermesse,
quando o amor é fome que repele a gula!


http://cureseucorpo.no.comunidades.net/index.php

25 de abril de 2008

Sobreviver ou Sucumbir? (Dianética)




O princípio dinâmico da existência é a Sobrevivência.

O contrário de "Sobreviver é Sucumbir".


A sobrevivência está na abundância, está também nos sonhos, ideais, na honestidade e no amor pelo próximo. Prazer é a recompensa; e a busca da recompensa (metas de sobrevivência) é um ato prazeroso. O prazer ocorre para chamá-lo para uma vida ideal. O prazer é a satisfação, emoções agradáveis, mentais ou físicas. O prazer pode ser encontrado em tantas coisas e atividades a cada um de uma forma que não daria aqui para descreve-las todas. Cada um vê e sente o prazer que é a força propulsora da sobrevivência numa situação ou atividade diferente.

Uma pessoa só sobrevive enquanto é fiel a si própria, á sua família, aos seus amigos, às leis do universo. Quando falha em qualquer aspecto, a sua sobrevivência fica reduzida.

Em que altura se deixa de Sobreviver e se começa a Sucumbir? O momento é marcado por aquilo que se poderia chamar a morte da consciência do indivíduo. A maior arma do Homem é a sua razão. A razão permite-lhe mudar para se adaptar a novas situações. As forças rudes e desajeitadas dos elementos, das tempestades, do frio e da noite, do tempo, das decepções, exercem pressão, desafiam e depois, talvez esmaguem a razão, bem como o corpo.

Mas, tal como a inconsciência precede sempre a morte, ainda que seja por instantes, também a morte da razão precede a morte do organismo. Na juventiude há muito entusiasmo e pouca razão envolvida, na velhice falta-lhe entusiasmo e sobra no poder de racionalizar, daí a frase: "Com toda experiência que tenho agora, o que eu não daria para ter uma parte do entusiasmo que já tive." Ou a frase, usada como desculpa pra tudo: "perdi minhas ilusões". Mas você não está seguro de que foram ilusões. A vivacidade da vida, o entusiasmo rápido, o desejo, a vontade de viver, a crença no destino, serão estas coisas ilusões? Ou serão sintomas da essência vital de que é feita a vida? E não será o seu declínio um sintoma da morte?

É a dor e a perda do determinismo que destroem a vontade de viver. A vida pode ser dolorosa. A aquisição de experiência é com frequencia dolorosa. Reter essa experiência é essencial. Mas não continuará a ser experiência, mesmo que não tenha dor?

Imagine-se apagando da sua vida toda a dor, física ou emocional, que tenha acumulado. Seria assim tão terrível ter de separar-se de um coração partido ou de uma doença psicossomática, ou de medos, ansiedades e temores?

Suponha que com tudo que você sabe hoje, que adquiriu de experiência, tivesse a oportunidade de enfrentar de novo a vida e o universo, suas dificuldades, suas conquistas, e sentir que seria capaz de vencê-los.

O que é que fez com que o mundo deixasse de brilhar?

O que é que torna alguém menos consciente do brilho do mundo que o rodeia? Será que o mundo mudou? Não, pois cada nova geração vê o encanto e a glória, a vitalidade da vida; a mesma vida que na melhor das hipóteses parece sombria para o idoso. O indivíduo muda.

A medida que declina a consciência do brilho da vida, declina também a sua própria consciência. A inconsciência total é a morte. A meia inconsciência é meia morte. E a medida que uma pessoa acumula a dor que o acompanha a vida e deixa de acumular prazeres, ela vai gradualmente perdendo a sua corrida contra a morte, e resulta finalmente, na incapacidade física de ver, de pensar e de ser, conhecida como morte.

Quando a vida deixa de prosseguir na conquista do universo físico, então deixa de sobreviver e sucumbe.

A vida tem de obter prazer.

A vida tem de evitar a dor. A vida tem um impulso ativo de afastamento da dor, pois esta é a não sobrevivência, é destrutiva e é a própria morte. A dor é um aviso de não-sobrevivência ou morte potencial.

A vida tem um impulso ativo na direção do prazer. O prazer pode ser definido como a ação na direção de obter ou de adquirir a sobrevivência.

A felicidade poderia ser definida como a superação dos obstáculos na direção de um objetivo desejável.

Demasiada dor obstrui o organismo no seu caminho em direção a sobrevivência.

A mente tem de ser capaz de evitar a dor e descobrir o prazer para o indivíduo, para as gerações futuras, para a família e o grupo, bem como para a própria vida.


Não sucumba, afaste as dores, busque os prazeres, e assim a sua sobrevivência não caminhará na contra mão, sua vida terá mais ânimo, mais vitalidade, mais racionalidade, mais felicidade.


(trecho extraído do livro de auto analise de L.Ron Hubbard, adaptado e comentado por Nilma Soares)


2 de março de 2008


Rinite

Dentro da visão metafísica, a rinite está relacionada com o fato de a pessoa se abalar pela atmosfera do ambiente em que vive. Ela se irrita facilmente por qualquer coisa que acontece a sua volta, principalmente com a forma de os outros pensarem e agirem. O isolamento é frequente nas pessoas afetadas pela rinite. Elas geralmente não expressam o que sentem, fechan-se em seu mundo, demonstrando uma aparente indiferença ao que está acontecendo, quando, na verdade, a situação tempestuosa abala profundamente suas bases emocionais. Em alguns casos são pessoas que se sentem culpadas por tudo que acontecem e em outros casos se rebelam contra os outros, culpando-os. Além disso a causa metafísica do problema está no desejo de ser uma pessoa exemplar. Quer ser o melhor em tudo. Não se permite errar. Costuma ser egocêntrico, deseja que tudo gire em torno de si e aspira ser o centro das atenções. Rinite Aguda: É a manifestação do resfriado comum ou quando é afetada pelas reações alérgicas. O que desenvolve esse tipo de rinite, são os pequenos machucados provenientes de seu meio, que geram crenças estereotipadas. Outra questão é o fato de se sentir traída, onde fica sempre em alerta esperando esta atitude dos outros. Rinite Crônica: Toda doênça crônica está relacionada à persistência no padrão metafísico causador daquela disfunção orgânica. Assim sendo a rinite crônica demonstra rigidez. A pessoa teima em manter as mesmas crenças desenvolvidas ao longo da vida. Não tem muita vontade em se relacionar com os outros, como se já estivesse cansada de ficar em constante alerta ao que pode acontecer no ambiente. Rinite Alérgica: Toda alergia está relacionada a um estado de alerta às situações que se relacionam ao fator alérgeno. No caso da rinite alérgica, revela-se uma mania de perseguição que desencadeia na pessoa um constante estado de alerta ao que pode acontecer a sua volta.Toda a sua capacidade para solucionar prováveis contratempos é negada. Dessa forma, os conflitos internos sobrepõem seu poder de agir diante das situações, fazendo-a sentir-se impotente.

(Texto extraído do livro: Metafisica da saúde - Vol.1 - Valcapelli & Gasparetto)

Nariz

O nariz é o simbolo do Eu. Os problemas nesta região acontecem quando o indivíduo corre atrás de méritos e ignora opiniões alheias só pra não perder os elogios, e quando existe o medo de não ter os seus feitos reconhecidos. Nesses casos acontece que o seu inconsciente obstrui suas narinas, mostrando-lhe que você não está respirando a vida livremente. Nos contos de fadas e bruxas, o nariz sempre foi o símbolo da magia e da intuição. Na verdade o nariz representa a nossa sensibilidade quanto a aceitação ou recusa de algo ou alguém.

(trecho do livro Linguagem do corpo- Cristina Cairo)